Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, 2º Trimestre 2014, INE

Página criada: Terça-feira, 30 Setembro 2014 11:02GMT | Atualizada: Terça-feira, 30 Setembro 2014 17:23GMT

Comunicado de Imprensa:  30 setembro 2014 - 14 Página(s)
Palavras-Chave:
Famílias  Instituições financeiras  Instituições Não-Financeiras  Sector Institucional

A economia Portuguesa registou uma capacidade de financiamento de 1,6% do PIB no 2º trimestre de 2014, mais 0,2 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. Esta melhoria foi determinada pelo aumento da poupança corrente da economia, em resultado do aumento de 1,1% do Rendimento Disponível Bruto da Nação, que mais que compensou o aumento da despesa de consumo final (0,7% no ano terminado no 2º trimestre de 2014).
Com exceção das Administrações Públicas, os saldos dos restantes setores internos aumentaram. A capacidade de financiamento das Famílias aumentou de 5,1% do PIB no ano acabado no 1º trimestre de 2014 para 5,4%. A taxa de poupança das Famílias aumentou, fixando-se em 10,1% (9,6% no ano terminado no trimestre anterior), devido sobretudo ao aumento do rendimento disponível (variação de 1,3%). Os saldos das Sociedades Não Financeiras e das Sociedades Financeiras fixaram-se respetivamente em -1,8% e 2,9% do PIB no 1º trimestre de 2014 (-2,2% e 2,6% no trimestre anterior, pela mesma ordem).
A necessidade de financiamento das Administrações Públicas aumentou, passando de 4,1% do PIB no 1º trimestre para 4,8% no ano acabado no 2º trimestre de 2014, refletindo sobretudo o aumento da despesa com transferências de capital e, em menor grau, das despesas com pessoal. No 2º semestre, o défice das Administrações Públicas situou-se em -6,5% do PIB (-6,6% do PIB em igual período do ano passado).



Título original:  Capacidade de financiamento da Economia portuguesa aumentou para 1,6% do PIB - 2.º Trimestre de 2014