Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, 4º Trimestre 2013, INE

Página criada: Segunda-feira, 31 Março 2014 12:02GMT | Atualizada: Terça-feira, 1 Abril 2014 10:19GMT

Comunicado de Imprensa:  31 março 2014 - 14 Página(s)
Palavras-Chave:
Empresas não Financeiras  Famílias e Bem-Estar  Financial Corporations   General Government   Households   Instituições financeiras  Institutional Sector   Non-financial Corporations   Sector Institucional

Em 2013, o Rendimento Nacional Bruto e o PIB nominal cresceram 1,0% e 0,3%, respetivamente. O Rendimento Disponível Bruto da Nação registou um aumento de 1,3% o que, conjugado com a ligeira redução do consumo final (-0,1%), permitiu um aumento de 9,3% da Poupança corrente. Em consequência deste aumento e da redução da Formação Bruta de Capital (-7,7%), registou-se uma capacidade de financiamento da economia portuguesa de 2,0% do PIB (necessidade de financiamento de 0,1% do PIB em 2012).

Apesar da redução observada no 4º trimestre, no conjunto do ano de 2013 a taxa de poupança das Famílias aumentou 0,6 pontos percentuais relativamente a 2012, fixando-se em 12,6%. A capacidade de financiamento das Famílias atingiu 6,8% do PIB em 2013 (6,4% em 2012). Os saldos das Sociedades Não Financeiras e das Sociedades Financeiras fixaram-se respetivamente em -2,1% e 2,3% do PIB em 2013 (-3.9% e +3,9% em 2012, pela mesma ordem).

A necessidade de financiamento das Administrações Públicas diminuiu em 2013, passando de 6,5% em 2012 para 5,0% do PIB. Para esta evolução contribuiu principalmente o aumento de 27,8% da receita dos impostos sobre o rendimento.



Título original:  Capacidade de financiamento da Economia portuguesa fixou-se em 2,0% do PIB em 2013 - 4.º Trimestre de 2013

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