Quarterly National Accounts for Q1 2013, INE

Página criada: Sexta-feira, 28 Junho 2013 18:00GMT | Atualizada: Terça-feira, 8 Abril 2014 15:07GMT

Comunicado de Imprensa:  08 junho 2013 - 11 Página(s)
Palavras-Chave:
Contas Nacionais  GDP   Gross Domestic Product   National Accounts   PIB  Produto Interno Bruto

No ano acabado no 1º trimestre de 2013, a capacidade de financiamento da economia portuguesa ampliou-se para 1,2% do PIB (0,3% em 2012). Esta evolução deveu-se em larga medida à melhoria do Saldo Externo de Bens e Serviços e do Saldo dos Rendimentos Primários.
A taxa de poupança das Famílias aumentou para 12,9% no 1º trimestre de 2013 (11,6% em 2012), variação determinada pela redução de 1,0% do consumo e pelo aumento do rendimento disponível das Famílias (variação de 0,5% no 1º trimestre de 2013). A capacidade de financiamento das Famílias atingiu 7,7% do PIB no 1º trimestre de 2013 (superior em 1,2 pontos percentuais à do trimestre anterior).
Os saldos das Sociedades Não Financeiras e das Sociedades Financeiras fixaram-se em -2,8% e 3,4% do PIB no ano terminado no 1º trimestre de 2013, respetivamente.
A necessidade de financiamento das Administrações Públicas aumentou, passando de 6,4% em 2012 para 7,1% do PIB no ano acabado no 1º trimestre de 2013. Este comportamento refletiu sobretudo os aumentos das prestações sociais e, em maior grau, das transferências de capital. Tomando como referência valores trimestrais e não valores do ano acabado no trimestre, o saldo das AP situou-se em -10,6% do PIB no 1º trimestre de 2013 (-7,9% do PIB em igual trimestre do ano anterior).
O Rendimento Nacional Bruto e o Rendimento Disponível Bruto da Nação continuaram a registar reduções menos acentuadas (variações de -0,5% em ambos os casos) que a verificada no PIB (-0,8%).
Os custos do trabalho por unidade produzida mantiveram a tendência decrescente embora com menor intensidade, em grande medida em resultado do impacto na remuneração média da economia das alterações no pagamento dos subsídios relativamente ao verificado em 2012.ns (change rates of -0.5% in both cases) than GDP (-0.8%).
Unit labour costs maintained the downward trend, although at a slower pace, mainly associated to the impact in average compensation of employees of the changes in the payments of bonuses compared with 2012.



Título original:  Capacidade de financiamento da Economia portuguesa aumenta - 1.º Trimestre de 2013