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Portugal sobe 15 posições e ocupa 36.º lugar no ‘ranking’ mundial de competitividade

Página criada: Quarta-feira, 3 Setembro 2014 8:44 GMT

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Competitividade  Ranking

Portugal subiu 15 lugares e ocupa o 36.º lugar no ‘ranking’ mundial de competitividade de 2014-2015, divulgado hoje pelo Fórum Económico Mundial, recuperando de uma queda que se verificava desde 2005, com exceção de 2011.

O ‘ranking’ mundial de competitividade continua a ser liderado pela Suíça, seguida por Singapura. Estados Unidos, que subiram dois lugares, Finlândia e Alemanha, que desceram uma posição cada um, ocupam o terceiro, o quarto e o quinto lugares da tabela.

Portugal surge no 36.º lugar do ‘ranking’, invertendo uma tendência de queda que se verificava desde 2005, quando o país alcançou o 22.º lugar. O país caiu na tabela durante vários anos, à exceção de 2011, quando subiu uma posição, e no relatório divulgado no ano passado ocupou o 51.º lugar.

No caso português, o Fórum destaca que “o ambicioso programa de reformas adotado pelo país parece começar a dar bons resultados”, considerando, no entanto, que Portugal “não deve ser complacente e deve continuar com a implementação completa” dessas reformas, de modo a combater “as preocupações macroeconómicas persistentes”.

Na verdade, o contexto macroeconómico (a dívida pública portuguesa é a 6.ª pior entre os 144 países analisados), o desenvolvimento do mercado financeiro e a eficiência do mercado de trabalho receberam as pontuações mais baixas no ‘ranking’.

Para o Fórum, a burocracia, a carga fiscal e o acesso ao financiamento são os três fatores “mais problemáticos” para o desenvolvimento de negócios.

Entre os pontos positivos estão as infraestruturas (Portugal é o segundo país do ‘ranking’ com a melhor qualidade das estradas), o ensino primário e superior (as escolas de gestão ocupam o 4.º lugar na tabela) e a preparação tecnológica.

A perspetiva portuguesa do relatório do Fórum Económico Mundial é apresentada esta manhã, em Lisboa pela Associação para o Desenvolvimento da Engenharia e pelo Fórum de Administradores de Empresas, num evento que conta com a intervenção do ministro da Economia, António Pires de Lima.

SP (APL/RN) // CSJ