Excedente da balança de bens e serviços desce para 713 milhões de euros no primeiro semestre

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Página criada: Sexta-feira, 15 Setembro 2017 16:52 GMT | Atualizada: Segunda-feira, 18 Setembro 2017 17:20 GMT

Palavras-Chave:
Bens  Comércio internacional  Eurostat  Eurostat   Goods   International Trade   Portugal

Atividade turística acelera em junho de 2017

No primeiro semestre, o défice da balança corrente e de capital aumentou e fixou-se em 685 milhões de euros. As exportações e as importações de bens cresceram 6,8% e 7,1% no mês de junho, respetivamente, o que resultou num aumento do défice da balança comercial de bens em 80 milhões de euros. A balança de serviços registou um excedente de 6 087 milhões de euros no primeiro semestre, correspondente a um aumento de 825 milhões de euros face ao período homólogo.

Em junho de 2017, as exportações e importações de bens cresceram, em termos homólogos, 6,8% e 7,1%, respetivamente. Excluindo os combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações subiram 7,4% e 7,7%, respetivamente. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o défice da balança comercial de bens fixou-se nos 1 004 milhões de euros em junho, correspondendo a um aumento de 80 milhões de euros em termos homólogos.

De acordo com o Banco de Portugal, a balança de serviços apresentou um excedente de 6 087 milhões de euros até junho, o que corresponde a uma melhoria de 825 milhões de euros face ao período homólogo. Este excedente foi superior ao défice de 5 375 milhões de euros da balança de bens calculado por esta instituição, fixando-se o saldo da balança de bens e serviços nos 713 milhões de euros, uma diminuição de 412 milhões de euros face ao mesmo período de 2016. Esta evolução resulta do aumento das exportações de bens e serviços, de 12,6%, ter sido inferior ao das importações, de 14,2%.

Quanto à balança de pagamentos, a balança corrente e de capital registou um défice de 685 milhões de euros na primeira metade do ano, o que significa uma subida de 356 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior.

A atividade turística dos estabelecimentos hoteleiros registou 2,1 milhões de hóspedes e 5,9 milhões de dormidas em junho de 2017, o que corresponde a variações homólogas de 8,5% e 8,0%, respetivamente. De acordo com o INE, as dormidas de residentes desceram 0,2% e as de não residentes cresceram 11,2%. Os proveitos totais atingiram os 350,4 milhões de euros e os de aposento fixaram-se em 258,3 milhões de euros, o que significa crescimentos de 18,3% e 20,3%, respetivamente

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