Partido Socialista lidera as intenções de voto desde fevereiro

Atualizada

Página criada: Sexta-feira, 6 Janeiro 2017 10:50 GMT | Atualizada: Sexta-feira, 6 Janeiro 2017 15:00 GMT

Palavras-Chave:
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2016 foi um ano marcado por eleições presidenciais e por alterações importantes na estrutura de alguns partidos políticos

Marcelo Rebelo de Sousa consagrou-se Presidente da República. O Orçamento do Estado para 2017 foi aprovado com os votos favoráveis do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PCP, PEV e PAN e os votos contra do PSD e do CDS. Nas últimas sondagens o PS tem vindo a ganhar vantagem nas intenções de voto em relação ao PSD

  • As eleições presidenciais ocorreram no dia 24 de janeiro de 2016 e o vencedor, à primeira volta, foi Marcelo Rebelo de Sousa (Professor de Direito e ex-Presidente do PSD) com 52% dos votos. O candidato ganhou em todos os distritos do país, tendo alcançado o melhor resultado no distrito de Viseu com 62,9% dos votos e o pior em Beja com 31,7% dos votos. O segundo candidato mais votado foi António Sampaio da Nóvoa (ex-Reitor da Universidade de Lisboa) com 22,9% dos votos. Em relação às últimas eleições presidenciais, a taxa de abstenção caiu em 2,2 p.p., passando de 53,4% em 2011 para 51,2% em 2016.

No dia 29 de novembro, o Orçamento do Estado para 2017 foi aprovado em votação final, com os votos favoráveis do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PCP, PEV e PAN e os votos contra do PSD e do CDS. Nas três semanas anteriores à votação, foram propostas 450 alterações à versão inicial do Orçamento, tendo-se aprovado no Parlamento 180 propostas. O partido que mais propostas apresentou foi o PS, com cerca de 100 emendas, sendo o PEV o que menos apresentou, com 14 emendas.

De janeiro a dezembro de 2016 ocorreram cinco congressos partidários, em que se realçam os seguintes desenvolvimentos: i) A eleição de Assunção Cristas para presidente do CDS-PP com 95,6% dos votos. ii) A Comissão Política de Pedro Passos Coelho a registar 79,8% dos votos e a eleição da ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque como vice-presidente do PSD. iii) A nomeação da Secretária-Geral Adjunta, Ana Catarina Mendes, a cabeça de lista de António Costa, para a Comissão Nacional do PS; iv) A entrada de 21 novos membros no Comité Central do PCP, com uma média de idades de 37 anos, inferior em 20 anos à média dos 25 membros que saíram.

A média das sondagens elaboradas durante o ano de 2016 sobre as intenções de voto, revelam: i) O PS a ganhar vantagem em relação ao PSD. Em novembro registou-se a maior distância entre os dois partidos, com uma vantagem do PS de 9,8 p.p., quando em janeiro a diferença era de 0,3 p.p. a favor do PSD. Em dezembro essa diferença caiu para 8 p.p.; ii) O resultado conjunto do PSD e do CDS-PP – os dois partidos que formaram a coligação Portugal à Frente, vencedora  das eleições legislativas de outubro de 2015 com 36,86% dos votos, contra 32,31% do PS – foi inferior às intenções de voto no PS em setembro, novembro e dezembro, em 1,1 p.p., 3,7 p.p. e 1,2 p.p. respetivamente, mas superior nos restantes meses do ano. iii) O BE tem vindo a perder vantagem em relação à CDU e ao CDS-PP. O partido atingiu em novembro o seu valor mais baixo, com 9,0% das intenções de voto, inferior em  1,4 p.p. ao registado em janeiro (10,4%). No entanto, continua a ser o terceiro partido com maiores intenções de voto.

Terca-Feira, 29 novembro 2016 15:08

O Orçamento do Estado para 2017 está aprovado com os votos favoráveis do PS, PCP, BE, Verdes e PAN. Os votos contra foram do PSD e CDS....

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