Taxa de desemprego revista para 9,2% em maio de 2017

Atualizada

Página criada: Quinta-feira, 3 Agosto 2017 11:54 GMT | Atualizada: Quinta-feira, 3 Agosto 2017 15:06 GMT

Palavras-Chave:
Emprego  Indicadores Económicos   Inflação  Taxa de Desemprego

Inflação desce para 0,9% em junho

A taxa de desemprego foi revista em menos 0,2 pp para 9,2% em maio de 2017. Este é o valor mais baixo desde novembro de 2008. A taxa de inflação também voltou a baixar, tendo-se fixado nos 0,9% em junho de 2017. Os indicadores económicos voltaram a revelar uma tendência ascendente da economia portuguesa.

Segundo a estimativa definitiva do INE, a taxa de desemprego em maio fixou-se nos 9,2%, o que representa uma revisão de menos 0,2 pp face à estimativa provisória divulgada no mês anterior. Este valor é o mais baixo desde novembro de 2008. A população desempregada foi de 473 700 pessoas, o que significa uma redução de 16 200 pessoas em comparação com abril de 2017. A taxa de emprego manteve-se nos 59,9%, mas a população empregada situou-se nas 4 670 300 pessoas, correspondente a uma subida de 5 900 pessoas face ao mês anterior. Em junho, de acordo com a estimativa provisória do INE, a taxa de desemprego terá baixado novamente para 9%, com a população desempregada a descer para 462 600 pessoas e a população empregada a subir para 4 672 300 pessoas.

A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) fixou-se em 0,9% em junho de 2017, o que corresponde a uma descida de 0,6 pp face ao mês anterior. Esta evolução resultou de uma desaceleração dos preços da classe dos Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. O indicador de inflação subjacente, IPC excluindo produtos alimentares não transformados e produtos energéticos, teve uma variação homóloga de 1,1%. O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor, que serve para comparar os preços entre os diferentes países da União Europeia, registou uma variação homóloga de 1%, inferior ao registado na Zona Euro e na União Europeia, 1,3% e 1,4%, respetivamente.

O indicador de clima económico do INE aumentou em julho pelo sétimo mês consecutivo, atingindo o seu valor máximo desde junho de 2002. O indicador de confiança do consumidor também voltou a aumentar, renovando o valor máximo da série iniciada em novembro de 1997. Os Indicadores Coincidentes Mensais do Banco de Portugal para a Atividade Económica e para o Consumo Privado continuaram a aumentar em junho de 2017. O indicador do sentimento económico da Comissão Europeia voltou a crescer renovando máximos recentes. O Índice dos Indicadores Compósitos da OCDE subiu novamente em maio, fixando-se nos 99,97.

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